A ilha Terceira é constituída por duas partes distintas: a Ocidental, montanhosa, mais alta e com património natural mais importante, ocupando pouco mais de metade da ilha, e a Oriental, mais baixa e plana. As maiores altitudes da parte Ocidental situam-se na Serra de Santa Bárbara, no Pico Alto (808 metros) e na Serra do Morião, havendo várias outras áreas de altitude superior a 400 metros. A parte Oriental é dominada pela Achada – enorme extensão de pastagens de compartimentação ampla e muito regular (cerrados), praticamente plana, com uma altitude média na ordem dos 390 metros – e, a Norte desta, a planície do Ramo Grande, ainda mais extensa, com altitude média um pouco acima dos 200 metros e declives muito suaves nas zonas baixas desde o litoral, ligeiramente acentuados nas maiores altitudes, até à Serra do Cume que a atravessa.

A regular distribuição das chuvas ao longo do ano é um valioso contributo para a permanência de uma forte riqueza vegetativa. Variando a precipitação com a altitude e um pouco com a forma do relevo, mais enérgico a Oeste, assim também variam os tons cromáticos do coberto vegetal da ilha, quer pela fase do desenvolvimento de cada cultura e sua diversidade, quer pela dominância desta ou daquela espécie florística ou de determinadas fitoassociações.
As áreas de biscoito estão geralmente associadas à cultura da vinha (“Verdelho”, e não só), delimitadas por muretes de pedra seca recolhida do próprio terreno, para abrigo dos ventos e aumento da temperatura.
Noutras zonas, os terrenos de biscoito foram aproveitados para a exploração de matas de pinheiro, de eucalipto e de outras espécies, para produção de madeira ou lenha; noutros casos, foram explorados matos, para lenha, onde dominam espécies indígenas juntamente com algumas exóticas potencialmente infestantes.
Tem como principal porta de entrada o porto comercial da Praia da Vitória e o Aeroporto internacional das Lajes, localizado na Vila das Lajes, a 3 Km da cidade da Praia da Vitória. Devido às suas excelentes pistas e estratégica posição geográfica, a Base Aérea 4 da FAP sedia o Comando da Zona Aérea dos Açores e um importante Destacamento da Força Aérea dos EUA.
HISTORIA
O seu nome deve-se a ter sido a "terceira" das ilhas açorianas a ser descoberta e povoada. No século XIV, esta era chamada de Ilha Brasil e na designação henriquina, era a Ilha de Jesus Cristo. O povoamento começou a partir da sua doação, por carta do infante D. Henrique, datada de 21 de março de 1450, do nóbre flamengo Jácome de Bruges, capitão-do-donatário da ilha. Poucos anos mais tarde, Jácome de Brugues fixou a sua residência na Praia, lançando os fundamentos da sua igreja matriz - a Igreja de Santa Cruz - em 1456, de onde passou a governar a capitania até à data do seu desaparecimento por volta de 1464. Chegam os primeiros frades que logo tratam de edificar uma ermida e o Convento de S. Francisco de Angra (1470). Entre os primeiros povoadores temos outro flamengo, Fernão Dulmo [ Fernão de Olm ], que recebeu terras nas Quatro Ribeiras, entre o Biscoito Bravo e a ribeira da Agualva. Segundo o historiador Francisco Ferreira Drummond, "ali desembarcou com trinta pessoas, cultivou a terra e deu princípio à igreja".
Em 1460, o infante D. Henrique doou a ilha e a Graciosa ao infante D. Fernando, seu sobrinho e filho adotivo. Falecido este último em 1470, foi a infanta D. Beatriz que assumiu o governo da donataria, durante a menoridade do infante D. Diogo. Em resultado do desaparecimento de Brugues e sem herdeiro masculino, em 1474, a capitania foi dividida em duas novas capitanias, a Capitania de Angra - entregue a João Vaz Corte Real, a 2 de abril; e a Capitania da Praia - entregue a Álvaro Martins Homem, a 17 de fevereiro - que já se tinha instalado e construído moinhos em Angra.
A 1 de junho de 1489, as ilhas da Terceira e Graciosa foram doadas por João II ao infante D. Manuel, duque de Beja e de Viseu, futuro rei D. Manuel I.
Angra do Heroísmo, fundada por Álvaro Martins Homem, foi elevada a vila em 1478 e é sede do bispado dos Açores desde 1534, ano em que foi elevada a cidade por D. João III.
Após a vitória na batalha da Salga, a 25 de julho de 1581, na Terceira, e da derrota na Batalha Naval de Vila Franca do Campo (26 de julho de 1582), a resistência da Terceira persistiu até ao verão de 1583. Nesse período, enquanto sede da monarquia portuguesa, a ilha chegou a ter, além da presença do soberano, órgãos como a Casa da Suplicação, as Mesas de Desembargo do Paço e Casa da Moeda. Após subjugarem a resistência local, na sequência do desembarque da Baía das Mós (26/27 de julho de 1583), os espanhóis organizaram na ilha um Governo-geral, dificultado pela existência de uma grande resistência espanhola em Angra, que perdurou até à rendição do Castelo de São João Baptista, em março de 1642.
A sua heróica resistência ao domínio espanhol, a sua fidelidade ao partido de D. Prior do Crato, que nela estabeleceu o seu governo desde 5 de agosto de 1580 a 6 de agosto de 1582 e a forma como expulsou os espanhóis, em março de 1642, valeram-lhe o título de "sempre leal cidade", que D. João IV lhe conferiu. Mais tarde, D. Afonso VI foi mantido preso no Castelo de São João Baptista, de 21 de junho de 1669 a 30 de agosto de 1684.
Com a aclamação de João IV de Portugal (1641), as ilhas do arquipélago aderiram imediatamente à Restauração da Independência, o que, contudo, foi dificultado pela existência de uma grande resistência castelhana em Angra do Heroísmo, que perdurou até à rendição da Castelo de São João Baptista em março de 1642.
Tendo abraçado a causa do constitucionalismo, em 1828, a cidade de Angra foi sede da Junta Provisória em nome da rainha D. Maria II, filha de D. Pedro IV. É nomeada a capital do reino a 15 de março de 1830. Foi sede do Capitania-geral dos Açores e residência dos capitães-generais, por Decreto de 30 de agosto de 1766. Isso manter-se-ia por 65 anos, até ser extinta pelo Decreto n.º 28, de 4 de junho de 1832, assinado em Ponta Delgada por D. Pedro IV.
A Capitania Geral deu lugar à Província dos Açores, uma estrutura administrativa efémera que foi extinta pelo Decreto n.º 64, de 28 de junho de 1833, que a dividiu em duas: a Província Oriental dos Açores, englobando as ilhas de São Miguel e de Santa Maria, com capital em Ponta Delgada; e a Província Ocidental dos Açores, com capital em Angra e englobando as restantes ilhas. Esta divisão da Província, feita por exigência das elites da Ilha de São Miguel, iniciou o processo que levaria à criação dos três distritos administrativos. Pelo Decreto de 12 de janeiro de 1837, D. Maria II conferiu à cidade o título de "mui nobre, leal e sempre constante cidade de Angra do Heroísmo" e condecorou-a com a Grã-Cruz da Torre e Espada.
A 1 de janeiro de 1980, a cidade sofreu um violento sismo. A 7 de dezembro de 1983, o centro histórico da cidade de Angra do Heroísmo tornou-se Património Mundial da UNESCO. Em 1981, 20 de junho, a Praia da Vitoria foi elevada á categoria de cidade, recebendo a 11 maio de 1991, a visita do Papa João Paulo II aos Açores com deslocação à sede do Bispado dos Açores, a Sé Catedral de Angra.




A título de curiosidade, saiba que o Director Creativo da Lacoste, Filipe Oliveira Batista, nasceu a 3 Julho de 1975, em Angra do Heroismo. Formou-se em Londres na área de Design de Moda na Universidade de Kingston, em 1997, tendo trabalhado até 2001 como estilista para marcas como Maxmara, Christophe Lemaire e Cerrutti.
Quando, em 2003, cria a sua propria marca Felipe Oliveira Baptista, e passa a viver em Paris com a família. Dois anos depois, apresenta a sua primeira coleção de alta-costura na Semana da Moda da capital de França. Desde ai, as suas criações estão à venda em lojas de prestigio como Colette e Galeries Lafayette, em Paris, e Podium, em Moscovo. Desde finais de 2010, que ocupa o lugar de diretor criativo da Lacoste, trabalho que lhe tem valido rasgados elogios.
FESTIVIDADES LOCAIS
Conhecida pela ilha festiva é uma realidade indesmentível, que o bem-receber das gentes terceirenses faz questão em preservar e valorizar. As
Festas do Divino Espírito Santo, centradas nos pitorescos Impérios, são vividas com intensidade: as oito semanas que medeiam entre o domingo de Páscoa e o domingo da Trindade dão lugar às funções e aos bodos que animam as diferentes localidades da ilha.
No período do Entrudo são típicas as
Danças de Carnaval, manifestação singular de teatro popular. Durante três dias, os terceirenses saem à rua ou recolhem aos salões para não perder pitada das chamadas “danças” ou “bailinhos”. Durante o espectáculo, os membros de cada grupo interpretam um enredo, onde a sátira marca presença assídua.
As
Sanjoaninas, festas dedicadas a S. João, ocupam as ruas de Angra do Heroísmo durante dez dias do mês de Junho. Cortejos, concertos musicais, touradas (de praça ou à corda), tasquinhas de petiscos, espectáculos de teatro e fogo-de-artifício e provas desportivas, têm o seu ponto alto no desfile das marchas populares.
Em Agosto, a Praia da Vitória apresenta um cartaz recheado de eventos e de propostas irresistíveis: as
Festas da Praia incluem touradas, exposições, desfiles, feira gastronómica, concertos e eventos desportivos náuticos. No início de Setembro, as
Festas da Vinha e do Vinho animam os Biscoitos, terra de tradição vinícola.
Angra do Heroísmo é palco de dois relevantes festivais de música: o festival AngraRock, em Setembro e o festival AngraJazz, em Outubro, que complementam a tradição musical da ilha, bem expressa nos cantares ao desafio. Ainda hoje, as festas terceirenses são animadas por cantadores que improvisam versos.
A tradição tauromáquica é ancestral na Terceira, ilha que mantém várias ganadarias activas. A actividade divide-se em touradas de praça (ou no areal, como acontece durante as Festas da Praia) e as típicas touradas à corda, em que o touro corre pelas ruas da localidade preso por uma comprida corda segura por um grupo de homens. A época taurina decorre geralmente entre Maio a Outubro, com eventos em datas fixas e espontâneas.







GASTRONOMIA
A Alcatra é o prato típico mais conhecido da ilha Terceira e teve a sua origem no próprio povoamento da ilha. Os primeiros povoadores eram oriundos de Trás-os-Montes, onde existe um prato com semelhanças com a Alcatra, a Chanfana.
Um prato de carne de vaca com Vinho Verdelho dos Biscoitos e especiarias diversas, que hoje em dia, já se confeciona também de peixe, de feijão ou outro.
Na área da doceria, as queijadas Donas Amélias são um doce conventual adaptado a uma receita que já existia, O Bolo das Índias, que é confeccionado também com especiarias, devido à visita do Rei D. Carlos e da Rainha D. Amélia à ilha, no ano de 1901. Por quererem abrilhantar a Rainha Dona Amélia, deram o seu nome ao novo doce criado, ficando então conhecido por toda a parte.
Sendo a cornucópia um vaso que possui uma forma de corno com o interior repleto de frutos e flores, que antigamente, queria simbolizar a fartura, a abundância; surgiu a doce Cornucópia inventada pelas freiras e recheda com crème.
O Alfenim é também um doce conventual, muito utilizado nas tradicionais Festas do Senhor Espírito Santo. É um doce, normalmente, de cor branca e é moldado de forma a ficar um boneco, um animal, flores ou outros. Este doce veio para os Açores através dos Mouros, ficando conhecido nas ilhas dos Açores, principalmente do grupo central. Todavia a que ainda continua a manter a tradição é a ilha Terceira.
Antigamente, uma oferta de uma peça de alfenim era uma oferta de luxo, e teria de estar presente nas melhores mesas, como uma mesa de noivos. Hoje em dia é muito utilizado para o pagamento de promessas, em que são moldadas por exemplo, órgãos do corpo humano.
Não podiam faltar as caretas com a amêndoa a recordar algarves soalheiros. Cá está, portanto, a amêndoa magnânima e perfumada a impôr o imprescindível gosto de um mediterrâneo que aprendemos também ser nosso.
Temos ainda os feiticeiros, os africanos, os ladrilhos espanhóis e os Torresmos do Céu.



PONTOS DE INTERESSE TURISTICO
O Monte Brasil é um antigo vulcão extinto que teve origem no mar e se juntou à cidade de Angra do Heroísmo. Actualmente, trata-se de uma paisagem protegida, parque natural da cidade, com espécies arbóreas e arbustivas de especial interesse e com excelentes miradouros. La irá encontrar o Castelo de S. João Baptista, uma das mais vastas e importantes fortalezas filipinas, construídas no nosso país nos finais do século XVI e tem á sua disposição um percurso pedestre sinalizado designado mesmo por Monte Brasil.
A Sé Catedral é tambewm um ponto de paragem obrigatoria. Esta igreja foi construída nos moldes da arquitectura filipina nos finais do séc. XVI, sobre uma igreja gótica (séc. XV) e apresenta no seu interior pormenores de grande interesse como a enorme capela-mor, ao modo de charola; o tecto esculpido em cedro; entre outros.
A igreja de Nossa Senhora da Conceição é uma construção do séc. XVI, em estilo barroco, sendo a Capela-mor em talha dourada e a Sacristia com mobiliário em jacarandó (séc. XVIII).
A Igreja e Convento de São Francisco ( Museu de Angra do Heroísmo) data do séc. XVIII e foi edificada sobre duas anteriores clausuras da ordem franciscana. A Igreja anexa, dedicada a nossa Senhora da Guia, apresenta um interior de três naves, dividido por duas ordens de arcos que evocam a arquitectura românica.
Na primeira capela da Nossa Senhora da Guia, fundada em finais do séc. XV, foi dada sepultura ao Capitão Vaz Côrte-real e ao irmão do navegador Vasco da Gama, Paulo da Gama, morto na viagem de regresso da Índia, em 1499.
O Palácio dos Capitães-Generais, o Antigo Colégio dos Jesuítas, adaptado a residência dos Capitães-Generais, foi recebendo a partir de 1776 ao longo dos tempos, um valioso recheio em mobiliário, telas e outras obras de arte. Há uma sala com retratos a óleo, em tamanho natural, dos reis da dinastia de Bragança até D.ª Maria II.
O Castelo de São João Baptista foi mandado construir por Filipe II de Espanha, na base do Monte Brasil, e é uma das mais imponentes fortalezas portuguesas dos sécs. XVI-XVII.
Tambem temos o Castelo de São Sebastião, acima do Porto de Pipas, que foi mandado construir no tempo de D. Sebastião (década de setenta do séc. XVI), projecto de fortificação Joanino e Sebástico. Há quem defenda que o projecto deste forte tenha sido desenvolvido por Tommazo Benedetto, com uma tipologia de sistema abaluartado, matriz italiana, devidamente adaptado ao estilo de construção portuguesa (maneirista). Presentemente alberga uma das Pousadas de Portugal (pousada histórica).
O Alto da Memória, Obelisco que recorda a presença do rei D. Pedro IV na cidade de Angra, foi erguido no local do primeiro castelo da cidade (sécs. XV-XVI).
O Jardim Botanico ou Jardim Duque da Terceira esta situado no centro de Angra do Heroísmo com variadas espécies exóticas bem cuidadas. No cimo do jardim, o tanque do preto também merece ser visitado. Uma bonita e singular escadaria em pedra leva até ao Alto da Memória, monumento construído em homenagem aos Descobrimentos, no local onde antes se situava o primeiro castelo construído na ilha Terceira. Oferece uma bela paisagem sobre a cidade de Angra do Heroísmo e a sua Baía, bem como do Forte de São Sebastião, Fortaleza de São João Baptista e Monte Brasil.
Temos tambem o Algar do Carvão, uma notável chaminé vulcânica, que ao contrário do que geralmente se verifica noutros casos, não se encontra obstruída. A gruta termina com uma lagoa de águas límpidas alimentada por infiltrações pluviais e algumas pequenas nascentes imersas na lagoa, e atinge uma profundidade máx. de 15 m.
O interesse geológico desta cavidade vulcânica tem sido assinalado por diversos especialistas nacionais e internacionais. Este local integra, também, um habitat natural situado numa área de relevância europeia ao nível da conservação da natureza, constando da lista dos Sítios de Importância Comunitária (SIC) para a região biogeográfica macaronésica da Rede Natura 2000.
As Furnas do Enxofre correspondem a um fenómeno de vulcanismo secundário designado por fumarolas. Classificadas como Monumento Natural Regional, são também consideradas parte integrante de um habitat natural situado numa área de relevância europeia a nível da conservação da natureza e constam da lista dos Sítios de Importância Comunitária (SIC) para a região biogeográfica macaronésica da Rede Natura 2000.
A Gruta do Natal, situada em frente a uma pequena mas bonita lagoa, Lagoa do Negro, em redor da qual podem ser observadas com alguma frequência pessoas a fazerem os seus piqueniques. Nas redondezas deste local, existe também um percurso pedestre sinalizado e homologado intitulado por Mistérios Negros.
Os Biscoitos, formações vulcânicas singulares na costa norte, resultantes de antigas erupções, onde se localizam as famosas vinhas dispostas em curraletas. Região Demarcada de extensas vinhas que produzem um excelente vinho verdelho. Nesta zona, é também possível visitar o Museu do Vinho, onde poderá provar o vinho Verdelho, produzido na freguesia. As piscinas naturais dos Biscoitos formadas por rocha vulcânica são uma zona balnear muito procurada pelos banhistas da ilha, e que merecem igualmente a sua visita.
O Miradouro da Serra do Cume, com elevado interesse paisagístico, oferece uma das mais belas paisagens dos Açores, popularmente designada por Manta de Retalhos. De um lado a baía da Praia da Vitória e a planície das Lajes, do outro a vasta área do interior da ilha com os seus típicos "cerrados", separados com muros de pedra e hortênsias.
O Miradouro da Serra do Facho oferece uma vista panorâmica sobre a cidade da Praia da Vitória, baía e porto oceânico.









ACTIVIDADES
Ao visitar a ilha Terceira, além de variados percursos pedestres, poderá observar as baleias e golfinhos, pois varias empresas têm saídas regulares para o mar. Se gosta de golfe ou pretende aprender, tem á sua disposição um campo com 18 buracos, situado numa zona de rara beleza, assim como confortáveis instalações, com as condições ideais para a prática deste desporto.
Tambem pode ir á pesca, pois dispõe de bons pesqueiros ao longo de toda a ilha, para capturar sargos, garoupas, bodiões, besugos, anchovas, bicudas, cavalas, serras, etc. De barco, pode ainda fazer capturas de exemplares de maior porte: espadins, espadartes, atuns, etc., espécies abundantes; ou dedicar-se á caça submarina. Pode tambem praticar mergulho, pois a fauna e flora da costa terceirense, são muito ricas, ou ir á caça, sendo o coelho abundante em toda a ilha.


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